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Com os juros ainda elevados no Brasil e um cenário econômico que mistura oportunidades e cautela, muitos investidores se perguntam: onde investir para obter bons retornos em 2026?
Nesse contexto, a boa notícia é que ainda existem alternativas capazes de oferecer rentabilidade acima de 12% ao ano, especialmente quando o investidor combina renda fixa, proteção contra inflação e ativos que geram renda recorrente.
A seguir, confira três tipos de investimentos que estão entre os mais procurados atualmente.
Os CDB (Certificados de Depósito Bancário) continuam sendo uma das alternativas mais atrativas da renda fixa. Isso ocorre porque diversos bancos médios têm oferecido taxas superiores à média do mercado.
Atualmente, alguns CDBs chegam a pagar 120% a 130% do CDI. Dessa forma, a rentabilidade pode ficar próxima ou até acima de 12% ao ano, dependendo das condições do mercado e do prazo da aplicação.
Além disso, esse tipo de investimento possui algumas vantagens importantes:
proteção do Fundo Garantidor de Créditos (FGC) até R$ 250 mil por instituição
previsibilidade de rendimento
possibilidade de escolher prazos e liquidez
Portanto, para investidores que buscam segurança e retorno competitivo, os CDBs continuam sendo uma opção relevante.
Outra alternativa bastante procurada pelos investidores é o Tesouro IPCA+. Esse título público oferece uma rentabilidade composta por duas partes: a inflação (IPCA) e uma taxa de juros real fixa.
Atualmente, alguns títulos estão oferecendo taxas próximas de IPCA + 6% a 7% ao ano.
Na prática, isso significa que o investidor pode garantir um ganho real acima da inflação, protegendo o poder de compra ao longo do tempo.
Além disso, esse investimento apresenta benefícios importantes:
segurança, já que é garantido pelo Tesouro Nacional
proteção contra inflação
possibilidade de planejamento de longo prazo
Assim, o Tesouro IPCA+ costuma ser bastante utilizado por quem busca objetivos financeiros de médio e longo prazo, como aposentadoria ou formação de patrimônio.
Enquanto a renda fixa continua atrativa, os fundos imobiliários (FIIs) também têm chamado a atenção de muitos investidores. Isso acontece principalmente porque eles oferecem renda passiva mensal.
Atualmente, alguns fundos apresentam dividend yield entre 10% e 13% ao ano, com distribuição de rendimentos todos os meses.
Entre os exemplos conhecidos do mercado estão:
MXRF11
KNCR11
HGLG11
Além disso, uma das principais vantagens desse tipo de investimento é que os rendimentos são isentos de imposto de renda para pessoa física, desde que atendidos os critérios da legislação.
Dessa forma, os fundos imobiliários permitem investir no setor imobiliário sem precisar comprar um imóvel físico, e com valores iniciais muito menores.
Diante desse cenário, especialistas costumam recomendar uma carteira diversificada, combinando diferentes tipos de ativos.
Em geral, uma estratégia comum entre investidores inclui:
renda fixa para segurança e previsibilidade
títulos atrelados à inflação para proteger o patrimônio
fundos imobiliários para geração de renda mensal
Assim, o investidor consegue equilibrar risco, liquidez e potencial de retorno, aproveitando melhor as oportunidades do mercado.
Em resumo, mesmo em um ambiente econômico desafiador, o mercado brasileiro ainda oferece boas oportunidades para quem deseja investir com estratégia.
Produtos como CDBs com taxas elevadas, títulos públicos atrelados à inflação e fundos imobiliários continuam sendo alternativas interessantes para quem busca rentabilidade acima da média e diversificação de carteira.
Portanto, o mais importante é alinhar cada investimento aos seus objetivos financeiros, prazo e perfil de risco.
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